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December 17, 2017

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A maternidade, o corpo e o guarda-roupa

April 17, 2017

Depois do parto, entramos na chamada “licença maternidade” – período em que, geralmente, ficamos mais tempo em casa (pelo menos nos 3 primeiros meses), recebemos visitas, temos um ritmo mais intenso de amamentação, o bebê nos solicita o tempo todo, mal temos tempo de nos cuidar. Não é assim?
Se não é assim, é bem parecido...

Junto com tudo isso, tem as variações hormonais (pro bem e pro mal) e o desafio de se reconhecer num novo corpo que ainda segue mudando dia após dia depois da chegada do bebê.

 

Tem gente que emagrece rápido demais, tem gente que não.

Tem pessoas que engordam ainda mais depois do parto e tem muita dificuldade em emagrecer.

E ainda as pessoas que adquirem alguma doença relacionada à tireoide e podem tanto engordar muito, quanto emagrecer muito.

 

A realidade é que temos uma mãe recente que não se reconhece nesse novo “corpo” e não se encontra no seu guarda-roupa.

 

Uma dica muito útil que vai ajudar não só a ter o que vestir, como também a fortalecer a autoestima e se reconectar com a mulher que existe aí dentro é:

depois do 6o mês do bebê, encontre um tempo e vá às compras (ou procure alguém para te ajudar com isso. É uma fase de muitas mudanças e muita gente não gosta mais do que tem no armário porque somos uma nova pessoa com um novo olhar, novos gostos e novos desejos pra vida).

 

Enquanto esse tempo não chega, selecione algumas peças para levar à costureira e diminuir ou modificar alguma peça pra dar uma “cara” nova a ela. Leia posts sobre ajustes e up cycling. Peça para ela fazer ajustes nas roupas de modo que, caso você mude novamente de peso, o ajuste possa ser desfeito. Atenção: isso só funciona para 1 numeração de diferença, ok? Do 42 para o 40, por exemplo.

 

Para quem engordou muito, perca a vergonha e peça para amigas ou parentes roupas emprestadas ou se alguém tem roupas para doação. Não há mal nenhum nisso. Afinal, é por pouco tempo e por uma boa causa. Quem é mãe sabe.

Se as camisas não fecham mais, use-as abertas como se fosse um blazer. Se as calças não te servem, cogite usar (de um jeito novo) as mesmas calças da gravidez. Prefira os tecidos mais maleáveis do que os rígidos. E que tal apelar (de novo) pro truque do elástico no botão da calça?

E abuse das estampas geométricas que têm um poder de disfarçar zonas mais cheinhas...

 

Outra dica importante: evite roupas largas demais ou justas demais.

Aquilo que é meio-termo é sempre melhor.

Pensamos que vestindo roupas maiores estamos escondendo a nossa silhueta. Na maioria dos casos, não. Aumentamos a silhueta adicionando mais volume do que o corpo já tem.

A roupa “ideal” precisa estar soltinha, longe do corpo, mas nem tanto.

 

Mesmo ficando mais em casa e dedicando-se 100% ao bebê, não deixe de cuidar de você, de colocar uma boa roupa de manhã, de lavar o cabelo e passar uma maquiagem mínima. Assim, se aparecer uma visita de última hora, você estará pronta e não precisa se desesperar ou aparecer “largada”. E, no passeio pelo bairro com o bebê, igualmente você estará linda, especialmente linda pra você!

 

 

 

 

 

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